Mediação

Em se tratando dos sujeitos da mediação, há os protagonistas da sessão e os coadjuvantes. Os primeiros são as partes diretamente afetadas pelo conflito ou, como faz sentido na linguagem jurídica, autor/réu, requerente/requerido, demandante/demando. Os segundos são os advogados, caso presentes, e os próprios mediadores.

Qualquer conflito com margem à negociação, a concessões e a transações são passíveis de mediar. Nessa perspectiva, são mediáveis os conflitos em áreas como cível, empresarial, trabalhista, internacional, familiar, corporativa, escolar/educacional, hospitalar, comunitário/direito de vizinhança, hospitalar, dentre outras.

Os advogados complementam a fala de seus representados em sessão, auxiliam no oferecimento de opções criativas e na prestação de esclarecimentos jurídicos, o que confere segurança aos feitos.

Por sua vez, o mediador pode ser qualquer pessoa com nível superior, cuja diplomação tenha ocorrido há pelo menos 2 (dois) anos.  Exige-se ainda aprovação no curso de mediação, etapas teórico e prático, com subsequente cadastro no CNJ e vinculado a um Tribunal de atuação como voluntário.