Mediação Judicial

Entenda

O curso de Mediação já engloba a conciliação e seu objetivo geral é oferecer um conteúdo que promova a capacitação dos diversos agentes interessados na prática da mediação e conciliação no contexto público em processos judiciais e privados extrajudiciais. Além disso, o curso busca promover o desenvolvimento de habilidades autocompositivas, como um processo pedagógico para a autonomia dos sujeitos e a promoção de atitudes mediadoras, afirmamos que o curso segue todos os padrões do CNJ, e neste modelo Judicial exige formação de ensino superior a pelo menos 2 anos.

Quais as Vantagens?

  • Curso credenciado e reconhecido pelo TJDFT/CNJ;
  • Estágio no Tribunal de Justiça;
  • Possíbilidade de abertura de concurso segundo o NCPC;
  • Prática Jurídica para concursos e afins;
  • Reconhecimento público e privado;
  • Honorários gratificantes;
  • Crescimento profissional e pessoal;
  • Cadastro no Conselho Nacional de Justiça.
  • Maior carga-horária de Brasília com 130h/a.
  • Metodologia Vivencial com aprendizagem acelerativa.
  • Palestra especial e surpresa de Bônus.

Metodologia Vivencial

vivencialO treinamento é utilizado com o objetivo geral de desenvolver pessoas, de forma mais simples, podemos dizer que o treinamento eficaz leva o aprendiz a ser capaz de fazer algo que ele nunca fez antes, e fazê-lo sem a assistência de quem ensina. Dentro deste contexto, a metodologia vivencial de treinamento vem se destacando. Este modelo tem como característica principal o caráter inovador e não convencional da aprendizagem. Propõe atividades onde os participantes são retirados de suas zonas de conforto habitual e incentivados a superar desafios, testar seus limites e resolver criativamente os obstáculos enfrentados. A sabedoria milenar nos ensina: “O que ouço, esqueço. O que vejo, lembro. O que faço, aprendo”. O método vivencial trabalha exatamente estes três conceitos, fazendo com que a aprendizagem seja adicionada através de experiências didáticas, simulações e trabalhos lúdicos. Os participantes enfrentam situações que questionam seus paradigmas, exigindo criatividade e vontade de mudar para superá-las.

O desenvolvimento do conteúdo programático ocorrerá por meio das seguintes atividades:

– Aulas expositivas;
– Diálogo interativo;
– Dinâmicas de grupo;
– Entrevistas em dupla;
– Debates em grupo;
– Técnicas de simulação de casos;
– Feedback de avaliadores;
– Exercícios para fixação;
– Estágio supervisionado;
– Relatórios práticos;
– Formulários de avaliação.

Últimas Turmas

       

O que estão falando da formação

O que vou aprender?

MÓDULO I – Introdução

Unidade 1 – Panorama histórico dos métodos consensuais de solução de conflitos.
Unidade 2 – A política judiciária nacional de tratamento adequado de conflitos.
Unidade 2 B – Considerações sobre a Lei de Mediação e o Novo Código de Processo Civil .

MÓDULO II – O novo paradigma em resolução de disputas

Unidade 3 – Cultura da paz e métodos de solução de conflitos .
Tópico 3.1 – Os métodos autocompositivos de resolução de conflitos (mediação, conciliação e negociação).
Tópico 3.2 – Políticas públicas em resolução adequada de disputa – Resolução 125 .
Unidade 4 – Teoria da comunicação/teoria dos jogos .
Tópico 4.1 – Fundamentação teórica sobre papel do autocompositor.
Tópico 4.2 – O Teorema do Equilíbrio de Nash e sua aplicabilidade no planejamento de sistemas de resolução de conflito.
Tópico 4.3 – A teoria autocompositiva – cooperação ou competição.
Tópico 4.4 – Fundamentos da negociação .
Tópico 4.4.1 – Negociação baseada em interesses e negociação posicional.
Tópico 4.4.2 – Barganha distributiva e negociação integrativa .
Unidade 5 – Moderna teoria do conflito .
Tópico 5.1 – Percepção, Reação e Procedimentos de Resolução de Disputas .
Tópico 5.2 – Processos Construtivos e Destrutivos de Resolução de Disputas .
Tópico 5.2.1 – Espirais de Conflito .
Tópico 5.3 – Resultados da apropriada abordagem do Conflito.

MÓDULO III – Resolução de disputas baseadas em competências

Unidade 6 – Breve contextualização das relações sociais na pós-modernidade
Tópico 6.1
 – A era dos direitos e a judicialização das relações sociais; o conceito de outridade.
Tópico 6.2 – O conflito como luta por reconhecimento
Unidade 7 – Conciliação
Tópico 7.1 – Conceito
Tópico 7.2 – Diferenças entre conciliação e mediação; amplitude do problema e estratégias do conciliador/mediador;
Tópico 7.3 – Etapas da conciliação.
Unidade 8 – O processo de mediação
Tópico 8.1 – A formação do mediador; qualidade de um programa de mediação.
Tópico 8.2 – As atitudes do mediador.
Tópico  8.3 –  Panorama do processo de mediação; Etapas da mediação.
Unidade 9 – A fase inicial da mediação
Tópico  9.1 –  Declaração de abertura e a colocação das regras com vistas a adesão ao processo de mediação.
Tópico  9.2 –  a escuta e a comunicação na mediação.
Tópico 9.3  –  Reunião de informações; as perguntas abertas.
Unidade 10 – O desenvolvimento da mediação
Tópico 10.1 –  Organização dos debates.
Tópico 10.2 – Resumo positivo e prospectivo
Tópico 10.3 – Ferramentas para provocar mudanças.
Tópico 10.4 – Resolução de questões.
Tópico 10.5 – O termo de acordo; Encerramento da mediação.

MÓDULO IV – Contexto e aplicação da Mediação

Unidade 11 – Áreas de utilização da conciliação/mediação.
Unidade 12 – Interdisciplinaridade da mediação.

MÓDULO V – A ética na conciliação/mediação.

Unidade 13 – O papel do conciliador/mediador e sua relação com os envolvidos na conciliação e na mediação.
Tópico 13.1 –  Ética de conciliadores e mediadores.
Tópico 13.2 – Os princípios norteadores da conduta do conciliador e do mediador.
Tópico 13.2.1 – Os limites da confidencialidade.

MÓDULO VI – SIMULAÇÕES

Exercícios simulados

MÓDULO VII – INTELIGÊNCIA COMPORTAMENTAL E PERCEPTIVA

Inteligência Emocional como Competência da Mediação

MÓDULO VIII – ESTÁGIO SUPERVISIONADO

Sessões reais de estágio
supervisionado.

Como Certificamos

O Centro de Mediadores é credenciado ao TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) para ministrar o Curso de Mediação Judicial e Formação de Supervisores de Conciliação e Mediação (Link do Crendenciamento). Assim como também tem parceria com a Faculdade FIP e ISE para certificação de PÓS-GRADUAÇÃO, nos termos da Resolução CNE/CES nº 1, de 8 de junho de 2007 (Link no MEC). Demais cursos são autorizados de acordo com a Lei Federal de nº 9.394/96 e normatizações legais, o Decreto Presidencial nº 5.154 de 23 de julho de 2004 e as normas da Resolução CNE nº 04/99 – MEC (art. 7º, § 3º) de 7 de outubro de 1999, válidos em todo o território nacional.

Objetivos

Capacitar agentes em Competências da Mediação Judicial para atuarem nos Centros Judiciários de Solução de Conflitos, a serem implantados como parte do estabelecimento de uma Política Pública  Nacional em Resolução Adequada de Conflitos criada pela resolução 125/2010 do Conselho Nacional de Justiça.

I – Fazer a introdução sobre os diferentes meios não adversarias de solução de conflitos, com noções básicas sobre o conflito e a comunicação, disciplina normativa sobre o tema, experiências nacionais e internacionais, assegurando a compreensão dos objetivos da política pública de tratamento adequado de conflitos.
II – habilitar os facilitadores na utilização de técnicas autocompositivas de solução de conflitos, com enfoque na negociação e conciliação, trazendo padrões de comportamento ético e posturas exigidas no relacionamento com partes e diferentes profissionais envolvidos nos centros.
III – habilitar os facilitadores na utilização de técnicas, com enfoque na mediação, identificando as diferentes Escolas, na multidisciplinaridade, as formas de sua aplicação, com destaque para a mediação judicial. Habilidades requeridas e comportamento esperado Desenvolvimento das competências necessárias à atuação institucional do mediador judicial, com ética e respeito à todos os agentes envolvidos na lide. Identificação de conflitos. Comunicação prospectiva. Negociação facilitadora. Domínio de técnicas autocompositivas. Empoderamento das partes. Composição.

Docentes para Mediação

Juliana Felipe

Juliana da Silva Felipe, Advogada, Professora do Curso de Direito, Conciliadora e Mediadora Voluntária do TJDFT, Supervisora de Conciliação e Mediação pelo Centro de Mediadores, Instrutora em formação pelo CNJ e também pelo TJDFT, membro da Comissão Especial de Mediação e da Comissão Especial de Arbitragem da OAB/DF. Possui experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Civil, Direito de Família e Processual Civil, além de especialização em Direito e Processo do Trabalho.

 

Daniele CardiaDaniele Pinheiro Cardia, Advogada. Conciliadora e Mediadora Judicial e Extrajudicial desde 2015. Supervisora e Professora pelo Centro de Mediadores Instituto de Ensino, Instrutora de mediação em formação pelo CNJ. Pós graduanda em sistemas de justiça: conciliação, mediação e justiça restaurativa pela Unisul.

 

 

Marcia BarrosMárcia Barros, Bacharel em Direito pela Universidade Cândido Mendes 1995; Pós-graduada em processo civil pela Faculdade Integrada Jacarepaguá; Analista judiciário junto ao TJDFT desde 2000; Desde 2013 atuando junto ao CEJUSC; Instrutora em formação na área de mediação junto ao CNJ; Supervisora na área de conciliação e mediação pelo CNJ; Mediadora judicial da área cível e de família junto ao TJDFT; Instrutora da oficina de parentalidade junto ao TJDFT.

 

AnaAna Augusta Ulhôa, Psicóloga, pós-graduada em Teoria Psicanalítica, Consteladora familiar, Mediadora Cível e de Família, instrutora de mediação em formação pelo CNJ.

 

 

Docente para Inteligência Comportamental e Perceptiva

RaulRAUL PEDRO, MASTER COACH PELA FACULDADE IBC, ESPECIALISTA NA LINGUAGEM ERICKSONIANA E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL, CONSTELADOR SISTÊMICO INTEGRATIVO, ANALISTA COMPORTAMENTAL, COACH PESSOAL E PROFISSIONAL, CEO E MEDIADOR NO CENTRO DE MEDIADORES INSTITUTO DE ENSINO, GRADUANDO EM EDUCAÇÃO SOCIAL PELA UNINTER, PALESTRANTE E PROFESSOR ESPECIALISTA EM APRENDIZAGEM ACELERATIVA, DESENVOLVEDOR DO PROGRAMA DE TREINAMENTO DE PROFESSORES EXCELENTES E DO MÉTODO 24HIT.

 

CURSO 100% PRESENCIAL

CURSO: CAPACITAÇÃO EM CONCILIAÇÃO E MEDIAÇÃO JUDICIAL (TURMA – MJ06)

PRÉ-REQUISITO: LEI DA MEDIAÇÃO 13.140/2015. ART. 11. PODERÁ ATUAR COMO MEDIADOR JUDICIAL A PESSOA CAPAZ, GRADUADA HÁ PELO MENOS DOIS ANOS EM CURSO DE ENSINO SUPERIOR DE INSTITUIÇÃO RECONHECIDA PELO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO.

CARGA HORÁRIA:  40H + 10H EXTRA (TEÓRICO-PRÁTICO) E 80H (ESTÁGIO) HORA/AULA – TOTAL 130H/A.

DATAS DA FASE TEÓRICO-PRÁTICO:

18/01/2019 (09H ÀS 18:30H)
19/01/2019 (09H ÀS 18:30H)
20/01/2019 (09H ÀS 18:30H)
26/01/2019 (09H ÀS 18:30H)
27/01/2019 (09H ÀS 18:30H)
28/01/2019 (09H ÀS 18:30H)

DATAS DO ESTÁGIO:

INÍCIO A PARTIR DE 04/03/2019, 1 OU 2 VEZES POR SEMANA EM DIAS ÚTEIS, SENDO 4 HORAS POR ENCONTRO MANHÃ OU TARDE, COM DATAS DEFINIDAS APÓS A FASE TEÓRICO-PRÁTICO. COM DURAÇÃO MÉDIA DE 2 MESES E MEIO.

LOCAL DAS AULAS: SCS – EDIFÍCIO PRESIDENTE QD 6 – ASA SUL – BRASÍLIA/DF.

LOCAL DO ESTÁGIO: FÓRUNS DO TJDFT DE ACORDO COM A DISPONIBILIDADE.

 

 

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Concordo com os termos de matrícula: Termos.